O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sinal verde “há alguns dias” para a captura de Nicolás Maduro. A missão foi executada pela Força Delta do Exército, segundo uma fonte familiarizada com o assunto.
A localização do presidente venezuelano foi rastreada pela CIA, à qual Trump havia autorizado atividades secretas dentro da Venezuela alguns meses antes.
Maduro foi preso para ser julgado nos Estados Unidos, segundo um senador republicano que afirma ter conversado com o secretário de Estado, Marco Rubio. Não estava claro qual era o paradeiro exato do líder venezuelano na manhã deste sábado (3).
Governo desconhece o paradeiro de Maduro, diz vice-presidente da Venezuela
Combate ao narcotráfico
O primeiro governo de Trump já havia acusado Maduro de narco-terrorismo em 2020. O regime venezuelano foi acusado de “atormentar pela criminalidade e corrupção”, afirmou o então procurador-geral dos EUA, Barr.
“Por mais de 20 anos, Maduro e vários colegas de alto escalão supostamente conspiraram com o grupo guerrilheiro colombiano FARC, fazendo com que toneladas de cocaína entrassem e devastassem comunidades americanas”, afirmou.
Em resposta, Maduro chamou o presidente dos EUA, Donald Trump, de “vaqueiro racista”. Houve mais acusações de fraude eleitoral quando Maduro foi declarado vencedor do última eleição presidencial. Desde então, a administração Trump intensificou a pressão econômica e militar sobre o regime de Maduro.
Em agosto de 2025, a procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, anunciou uma recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levem à prisão de Maduro.
Fonte: CNN Brasil



















