A catarata é uma condição em que o cristalino, a lente natural do olho, perde a transparência, causando visão embaçada, dificuldade para enxergar cores e ofuscamento. Este problema é mais comum com o envelhecimento e, por vezes, pode ser acompanhado de outras condições, como diabetes ou hipertensão.
O presidente Lula passou por exames, nesta quinta-feira (29), para a realização de uma cirurgia de catarata no olho esquerdo, algo que não é novo para ele, já que em 2020 também se submeteu ao procedimento com sucesso.
O que é catarata
A catarata acontece quando o cristalino, a lente natural do olho, perde a transparência. Com isso, a visão fica embaçada, menos nítida e com maior sensibilidade à luz. Também é comum a dificuldade para enxergar cores e detalhes, especialmente à noite.
Na maioria dos casos, a catarata está relacionada ao envelhecimento, mas também pode surgir mais cedo em pessoas com doenças como diabetes, hipertensão ou obesidade.
Como é feito o diagnóstico
Segundo a Mayo Clinic, identificar a catarata, o oftalmologista realiza uma avaliação completa dos olhos. Entre os exames mais comuns estão o teste de acuidade visual, o exame com lâmpada de fenda para observar as estruturas do olho, a análise da retina e a medição da pressão ocular.
Esses exames ajudam a confirmar o diagnóstico e a descartar outros problemas que possam afetar a visão.
Como funciona a cirurgia
Ainda conforme a clínica, a cirurgia de catarata é considerada um dos procedimentos mais seguros e eficazes para corrigir a visão prejudicada por essa condição. Durante a cirurgia, a lente opaca é removida e substituída por uma lente intraocular artificial, que pode durar por toda a vida.
A operação é realizada em regime ambulatorial, ou seja, o paciente não precisa ser internado, e o procedimento é realizado com anestesia local, o que significa que o paciente permanece acordado.
A recuperação é geralmente rápida, com a maioria das pessoas retomando as atividades normais após algumas semanas. No entanto, a cirurgia não é isenta de riscos, como infecção, sangramentos e o deslocamento da retina, o que é mais raro, mas pode acontecer. Por isso, o acompanhamento médico pós-operatório é essencial.
É importante destacar que, antes de considerar a cirurgia, é necessário consultar um oftalmologista, que pode realizar exames como o teste de acuidade visual, a avaliação da retina e a pressão intraocular para confirmar o diagnóstico e o melhor momento para a operação.
Em muitos casos, os oftalmologistas recomendam a cirurgia quando as cataratas começam a interferir nas atividades diárias, como dirigir à noite ou ler.
Fonte: CNN Brasil





















