Caixa de Pantoprazol é trocada e Anvisa determina recolhimento de lote

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou, nesta quarta-feira (7), o recolhimento de um lote do medicamento Pantoprazol sódico sesqui-hidratado de 40 mg, indicado para o tratamento de problemas gastrointestinais.

A medida foi tomada após a caixa do remédio ser trocada por uma embalagem de outro medicamento, usado para tratar pressão alta.

A ação, que recolheu o lote OA3169 do medicamento, ainda suspendeu a comercialização, a distribuição e o uso do remédio. Segundo a agência, a empresa MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. comunicou o recolhimento voluntário do lote, após identificar a irregularidade no produto.

Em comunicado, a fabricante informou que a ação foi tomada de maneira preventiva.

“A MedQuímica ressalta que a qualidade e a segurança de todos os seus produtos e a segurança do paciente são de extrema importância e ressalta que todas as medidas corretivas já foram adotadas. A companhia se coloca à disposição de seus consumidores para esclarecer eventuais dúvidas”, concluiu a empresa.

Antialérgico com embalagem trocada e lotes falsificados

Além do Pantoprazol, a Anvisa também determinou o recolhimento do lote 569889 do antialérgico Alektos 20mg, da empresa Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. Segundo a agência, o remédio também teve a venda, distribuição e uso suspensos.

A medida voluntária foi tomada pela companhia após a empresa identificar que a embalagem do antialérgico havia sido trocada pela do medicamento Nesina.

Outros medicamentos também foram alvo da ação fiscal da agência, que proibiu e apreendeu determinados lotes dos remédios. Veja:

  • Imbruvica: os lotes NIS7G01, NJS7J00 e PJS0B00 do medicamento, usado no tratamento de diversos tipos de câncer no sangue, foram apreendidos após a verdadeira fabricante do medicamento, a Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda., informar que não produziu os lotes e que o registro do medicamento em formato de cápsulas foi cancelado.
  • Mounjaro: segundo a empresa Eli Lilly do Brasil Ltda., que possui o registro do Mounjaro, o lote D838878 do medicamento não foi fabricado por ela e, por esse motivo, deve ser apreendido e não pode ser vendido, distribuído e usado.
  • Voranigo: o lote FM13L62 do medicamento, usado para tratar tumores cerebrais, também teve a sua apreensão e proibição determinadas, uma vez que a empresa Laboratórios Servier do Brasil, que produz o remédio, desconhece a origem do lote.

Fonte: CNN Brasil

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